O INÍCIO - PARTE 1
É a minha primeira vez. Quero dizer é a primeira vez que eu pago.
Não acredito que eu falei isso. O que ele vai pensar de mim?
Não se preocupe? Disse ele - também to nervoso, pra ser sincero não costumo ter como cliente uma cara tão jovem.
Confesso que fiquei um pouco lisonjeado, mas o nervosismo não passou totalmente. Isso não teria acontecido se Ryo não tivesse esta idéia maluca. É meu aniversário, finalmente cheguei aos dezoito. Meu melhor amigo, o Ryo, resolveu me fazer uma surpresa me, pois no carro e falando que já era hora de eu me tornar homem me trouxe para este apartamento. Há pouco tempo atrás, no elevador, Ryo começou a dizer que sabia qual era minha orientação, que eu não tinha coragem de ficar com homem nenhum, que isso era uma bobagem e que resolveria meu problema me apresentado uma pessoa.
Qual o seu nome? Perguntou ele cortando meus pensamentos.
D-D-Doug - respondi trêmulo e mentindo.
O meu é Zack. E aí o que você quer fazer?
Não sei ao certo. Podemos conversar um pouco antes? - Falei sem esconder o constrangimento.
Claro que sim! Eu disse a seu amigo que meu amigo que cobro por hora.
Essa aí me deixou com raiva agora, não é minha idéia estar, aqui eu só resolvi entrar porque qualquer coisa era melhor do que enfrentar o Ryo naquele elevador. Eu iria dizer o que? Que era tudo mentira? Coisa da cabeça do Ryo? Que eu não tinha esta preferencia? Como eu poderia explica que até agora eu nunca beijei ninguém? A velha desculpa que eu estou esperando uma garota especial não cola mais.
Está fazendo um calorão não é? Enquanto falava Zack tirou a camisa deixada seu dorso malhado a mostra.
O cara é um tesão! Bronzeado com cabelos meio louros, acho que ele deve surfar também. Zack está vestindo uma calça no estilo ginástica e julgando pelos pesos espalhados pelo amplo cômodo que serve ao mesmo tempo de sala, quarto e cozinha, Zack é um rato de academia. Eu estou me sentido um idiota. Ryo me pegou na saída da escola e se eu tivesse trazido outra camisa na mochila o garoto de programa aí iria saber onde eu estudo. Pai você estava certo quando me disse que sempre deveria trocar de camisa na saída do colégio, mas acho que você estava pensado de me prevenir seqüestro.
Por que você não tira a camisa também não precisa ficar constrangido não?
V-V-Você tem razão.
Estou com tanta vergonha que devo parecer um tomate. Eu sempre esqueço que é importante tomar um sol de vez em quando. Mesmo assim tirei a camisa.
Relaxe cara. Falando isso Zack se posicional atras da cadeira que seu estava sentado e pôs as mãos nos meus ombros simulados uma massagem. Logo após ele começou a esfregar seu membro nas minhas costas e aproximar sua boca não meu pescoço. Num reflexo dei um salto da cadeira e pegado minha camisa sai às pressas do apartamento. Notei que Ryo me esperava do lado de fora ainda no hall.
PARTE 2
Eu não tive coragem. Mais uma vez eu não tive coragem. Ryo vai ficar uma fera.
Meu pagamento! Quero minha grana agora! - Zack saiu com fogo nos olhos.
Ryo permaneceu como estava. De olhar baixo puxou do bolso duas notas de vinte e jogou-as na direção do garoto de programa. Quarenta. Quem é que vale quarenta? Eu sou o Zack? Droga! Como vou explicar para o Ryo que não houve nada e que eu fugi como um garotinho assustado e chorão?
Ryo eu... ¿ nem termino a frase.
Não precisa me contar detalhes. ¿ afirmou de ainda de cabeça baixa e me empurrando para o elevador.
Pelo seu estado a festa com o Zack foi boa
Eu só... ¿ explicava-me enquanto me vestia.
Não quero detalhes!! ¿ ele me interrompe mais uma vez agora gritando.
Neste momento pude notar o brilho das lágrimas que caíram de seu rosto.
Por que está chorando Ryo?
Por que te amo droga!
Eu não estou entendendo mais nada. Como você pode me amar se me trouxe para transar com um prostituto?
A culpa é sua! Eu tinha que fazer alguma coisa.
Continuei na mesma, sem entender nada. As lágrimas lutavam para sair do rosto do meu amigo que se esforçava para não as deixar cair. Eu tentei me aproximar dele, mas neste momento uma velhinha entrou no elevador. Ryo passou as mãos no rosto com a indisfarçável vontade de não dar bandeira. Eu não parei um minuto de olhar para ele. Chegamos ao térreo e tomei a iniciativa desta vez.
Precisamos conversar e aqui não é um lugar adequado.
No carro não trocamos nenhuma palavra. Mas eu conseguia parar de olhar para ele. Ryo me levou até um parque próximo ao centro da cidade. Procuramos, ainda silenciosamente, por um lugar tranqüilo e afastado para não sermos incomodados. Sentamos sob a sombra de uma árvore e na grama. Olhei fixamente para Ryo até que ele dissesse algo.
Dereck, cara eu tinha mesmo que fazer alguma coisa. ¿ Ryo falava quase se atropelando nas palavras - Não sei como eu comecei com esta idéia do presente de aniversário. O que eu queria mesmo era fazer você se liberar um pouco. Imaginei que quando você tivesse sua primeira experiência você me notaria e baixaria o muro que você construiu em volta de si mesmo.
Com assim Ryo?
Faz um bom tempo que eu te observo nos corredores da escola. Seguia-te com o olhar. Admirava sua beleza e meiguice com todos. Contudo por mais que eu tentasse nunca consegui ficar na sua sala. Até este ano. Dereck, tudo era novo para mim. Eu nunca havia me apaixonado por um cara antes. Mas eu não parava de pensar em você.
Mas eu nunca notei nada Ryo.
E como poderia? Sempre ocupado, seja com o time, o grupo de teatro, o cineclube e o grêmio estudantil. Sempre rodeado de garotas e evitando a companhia masculina.
Mas como você percebeu que eu tenho esta preferência?
Como eu te falei Dereck. Eu te observo faz tempo. Notei que mesmo evitando outros garotos olhava diferente, com segundas intenções, para alguns deles. Embora você disfarçasse muito bem.
Por que não falou nada? Por que esperou tanto tempo?
Eu tentei. Por mil vezes eu tentei Dereck, mas você nunca me deu uma chance. Já foi difícil me tornar seu amigo. Não sou bom em criar planos, mas você sempre gostou de ensinar o resto da turma. Então resolvi tira notas baixas em tudo e depois pedir para você me dar umas aulas.
Então foi por isso que neste ano suas notas são tão ruins. Você está se arriscando por mim?
Sim. Prefiro ser reprovado a não poder ficar ao seu lado.
Ryo você ainda está chorando.
É ciúme, Dereck. Ciúme.
Não precisa ficar assim. Não aconteceu nada.
Como não? Eu vi como você saiu do apartamento do Zack, sem camisa e bem vermelho. Com que você estivesse feito de tudo naquelas duas horas.
Não Ryo? Eu não fiz nada. O máximo que o Zack conseguiu neste tempo foi me fazer tira a camisa, me deixar supreenvergonhado e me fazer sair correndo de lá. Só isso. Eu não tive coragem.
Então eu me enganei e acabei estragando tudo não foi?
Não. Lembra-se que você sempre me perguntava por que eu até hoje era virgem?
Lembro. Você dizia que estava esperando alguma garota especial.
Na maioria das vezes eu respondia que esperava por ALGUÉM especial e pelo visto encontrei.
Ryo olhou para mim e sorriu discretamente disfarçando a lisonja. Eu afaguei seu rosto e recostei minha cabeça sobre suas pernas. Olhei para cima. Ele afastou meus cabelos da franja e me deu um beijo na boca. Era a primeira vez que eu beijava um garoto e este dia, o dia do meu aniversário marcou o início de nosso namoro.
É a minha primeira vez. Quero dizer é a primeira vez que eu pago.
Não acredito que eu falei isso. O que ele vai pensar de mim?
Não se preocupe? Disse ele - também to nervoso, pra ser sincero não costumo ter como cliente uma cara tão jovem.
Confesso que fiquei um pouco lisonjeado, mas o nervosismo não passou totalmente. Isso não teria acontecido se Ryo não tivesse esta idéia maluca. É meu aniversário, finalmente cheguei aos dezoito. Meu melhor amigo, o Ryo, resolveu me fazer uma surpresa me, pois no carro e falando que já era hora de eu me tornar homem me trouxe para este apartamento. Há pouco tempo atrás, no elevador, Ryo começou a dizer que sabia qual era minha orientação, que eu não tinha coragem de ficar com homem nenhum, que isso era uma bobagem e que resolveria meu problema me apresentado uma pessoa.
Qual o seu nome? Perguntou ele cortando meus pensamentos.
D-D-Doug - respondi trêmulo e mentindo.
O meu é Zack. E aí o que você quer fazer?
Não sei ao certo. Podemos conversar um pouco antes? - Falei sem esconder o constrangimento.
Claro que sim! Eu disse a seu amigo que meu amigo que cobro por hora.
Essa aí me deixou com raiva agora, não é minha idéia estar, aqui eu só resolvi entrar porque qualquer coisa era melhor do que enfrentar o Ryo naquele elevador. Eu iria dizer o que? Que era tudo mentira? Coisa da cabeça do Ryo? Que eu não tinha esta preferencia? Como eu poderia explica que até agora eu nunca beijei ninguém? A velha desculpa que eu estou esperando uma garota especial não cola mais.
Está fazendo um calorão não é? Enquanto falava Zack tirou a camisa deixada seu dorso malhado a mostra.
O cara é um tesão! Bronzeado com cabelos meio louros, acho que ele deve surfar também. Zack está vestindo uma calça no estilo ginástica e julgando pelos pesos espalhados pelo amplo cômodo que serve ao mesmo tempo de sala, quarto e cozinha, Zack é um rato de academia. Eu estou me sentido um idiota. Ryo me pegou na saída da escola e se eu tivesse trazido outra camisa na mochila o garoto de programa aí iria saber onde eu estudo. Pai você estava certo quando me disse que sempre deveria trocar de camisa na saída do colégio, mas acho que você estava pensado de me prevenir seqüestro.
Por que você não tira a camisa também não precisa ficar constrangido não?
V-V-Você tem razão.
Estou com tanta vergonha que devo parecer um tomate. Eu sempre esqueço que é importante tomar um sol de vez em quando. Mesmo assim tirei a camisa.
Relaxe cara. Falando isso Zack se posicional atras da cadeira que seu estava sentado e pôs as mãos nos meus ombros simulados uma massagem. Logo após ele começou a esfregar seu membro nas minhas costas e aproximar sua boca não meu pescoço. Num reflexo dei um salto da cadeira e pegado minha camisa sai às pressas do apartamento. Notei que Ryo me esperava do lado de fora ainda no hall.
PARTE 2
Eu não tive coragem. Mais uma vez eu não tive coragem. Ryo vai ficar uma fera.
Meu pagamento! Quero minha grana agora! - Zack saiu com fogo nos olhos.
Ryo permaneceu como estava. De olhar baixo puxou do bolso duas notas de vinte e jogou-as na direção do garoto de programa. Quarenta. Quem é que vale quarenta? Eu sou o Zack? Droga! Como vou explicar para o Ryo que não houve nada e que eu fugi como um garotinho assustado e chorão?
Ryo eu... ¿ nem termino a frase.
Não precisa me contar detalhes. ¿ afirmou de ainda de cabeça baixa e me empurrando para o elevador.
Pelo seu estado a festa com o Zack foi boa
Eu só... ¿ explicava-me enquanto me vestia.
Não quero detalhes!! ¿ ele me interrompe mais uma vez agora gritando.
Neste momento pude notar o brilho das lágrimas que caíram de seu rosto.
Por que está chorando Ryo?
Por que te amo droga!
Eu não estou entendendo mais nada. Como você pode me amar se me trouxe para transar com um prostituto?
A culpa é sua! Eu tinha que fazer alguma coisa.
Continuei na mesma, sem entender nada. As lágrimas lutavam para sair do rosto do meu amigo que se esforçava para não as deixar cair. Eu tentei me aproximar dele, mas neste momento uma velhinha entrou no elevador. Ryo passou as mãos no rosto com a indisfarçável vontade de não dar bandeira. Eu não parei um minuto de olhar para ele. Chegamos ao térreo e tomei a iniciativa desta vez.
Precisamos conversar e aqui não é um lugar adequado.
No carro não trocamos nenhuma palavra. Mas eu conseguia parar de olhar para ele. Ryo me levou até um parque próximo ao centro da cidade. Procuramos, ainda silenciosamente, por um lugar tranqüilo e afastado para não sermos incomodados. Sentamos sob a sombra de uma árvore e na grama. Olhei fixamente para Ryo até que ele dissesse algo.
Dereck, cara eu tinha mesmo que fazer alguma coisa. ¿ Ryo falava quase se atropelando nas palavras - Não sei como eu comecei com esta idéia do presente de aniversário. O que eu queria mesmo era fazer você se liberar um pouco. Imaginei que quando você tivesse sua primeira experiência você me notaria e baixaria o muro que você construiu em volta de si mesmo.
Com assim Ryo?
Faz um bom tempo que eu te observo nos corredores da escola. Seguia-te com o olhar. Admirava sua beleza e meiguice com todos. Contudo por mais que eu tentasse nunca consegui ficar na sua sala. Até este ano. Dereck, tudo era novo para mim. Eu nunca havia me apaixonado por um cara antes. Mas eu não parava de pensar em você.
Mas eu nunca notei nada Ryo.
E como poderia? Sempre ocupado, seja com o time, o grupo de teatro, o cineclube e o grêmio estudantil. Sempre rodeado de garotas e evitando a companhia masculina.
Mas como você percebeu que eu tenho esta preferência?
Como eu te falei Dereck. Eu te observo faz tempo. Notei que mesmo evitando outros garotos olhava diferente, com segundas intenções, para alguns deles. Embora você disfarçasse muito bem.
Por que não falou nada? Por que esperou tanto tempo?
Eu tentei. Por mil vezes eu tentei Dereck, mas você nunca me deu uma chance. Já foi difícil me tornar seu amigo. Não sou bom em criar planos, mas você sempre gostou de ensinar o resto da turma. Então resolvi tira notas baixas em tudo e depois pedir para você me dar umas aulas.
Então foi por isso que neste ano suas notas são tão ruins. Você está se arriscando por mim?
Sim. Prefiro ser reprovado a não poder ficar ao seu lado.
Ryo você ainda está chorando.
É ciúme, Dereck. Ciúme.
Não precisa ficar assim. Não aconteceu nada.
Como não? Eu vi como você saiu do apartamento do Zack, sem camisa e bem vermelho. Com que você estivesse feito de tudo naquelas duas horas.
Não Ryo? Eu não fiz nada. O máximo que o Zack conseguiu neste tempo foi me fazer tira a camisa, me deixar supreenvergonhado e me fazer sair correndo de lá. Só isso. Eu não tive coragem.
Então eu me enganei e acabei estragando tudo não foi?
Não. Lembra-se que você sempre me perguntava por que eu até hoje era virgem?
Lembro. Você dizia que estava esperando alguma garota especial.
Na maioria das vezes eu respondia que esperava por ALGUÉM especial e pelo visto encontrei.
Ryo olhou para mim e sorriu discretamente disfarçando a lisonja. Eu afaguei seu rosto e recostei minha cabeça sobre suas pernas. Olhei para cima. Ele afastou meus cabelos da franja e me deu um beijo na boca. Era a primeira vez que eu beijava um garoto e este dia, o dia do meu aniversário marcou o início de nosso namoro.
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