A História e o Irracionalismo Pós-Moderno
O peso da história está metaforicamente dado pela massa corpórea que obriga a fazer humano. Hoje, a objetividade, da qual o homem faz parte, fornece os limites do fazer a razão, um novo homem aparece para realizar o conforto entre uma objetividade que determina e uma subjetividade que escolhe subjugada às determinações. Em épocas que se acentua o individualismo levando o indivíduo ao isolamento completo, à competição desenfreada, a angústia, a incerteza, gerando crises irracionais. Uma crise epistemológica, em que se anuncia a morte da ciência, da história e da filosofia, em que desconstroi o sujeito, estabelece-se um vazio ético, e reduz-se toda verdade a mero discurso, quando a sombra do nada, a sombra niilista, a angustia e a sensação de impotência se estende no mundo. A racionalização que marcou profundamente o mundo moderno deixou um legado de conhecimentos extraordinários: cientifico tecnológico e administrativo. A modernidade fazia da racionalização o princípio único da organização da vida pessoal e coletiva.
O homem é assim, submetido exclusivamente à sua razão. È desta forma que ele se integrará no mundo social, preenchendo o seu papel de trabalhador, de soldado, de cidadão, mais do que sendo o ator da sua vida pessoal. Neste sentido, a razão torna-se num instrumento de poder e de dominação sobre o homem. Pode-se imaginar o quanto a visão do mundo e o pensamento moderno, privilegiou a racionalização em detrimento do sujeito, pôde ter tido impacto na ideologia da sociedade. Já o universo pós-moderno será, inevitavelmente, complexo, ele verá perde o sentimento de certeza, dissemina a Idea de negação transforma o racional em irracional. Com a Revolução Industrial, o capitalismo se tornou mais intenso no modernismo, fincando suas raízes de ideologias na sociedade. Ideologia estas que causou no homem pós-moderno as inversões de valores, como por exemplo, o egoísmo, o narcisismo, o egocentrismo, o hedonismo e o individualismo. Valores estes, na medida em que são disseminados na sociedade, de alguma forma refletem as crises do pós-moderno , dentre elas a irracionalidade.
No início do século XX, o mundo sofreu com duas grandes guerras, resultado da irracionalidade humana, alimentação pela ganância e o poder do homem. O artista francês Marcel Duchamp apresentou um mictório de banheiro masculino num salão artístico em 1917(época da primeira guerra Mundial), demonstrando umas atitudes iconoclastas, destruindo tradições em uma época que seria hipocrisia seguir com a estética do belo.
Já nos meados do século XX foi marcado pela Guerra Fria, conflito entre o bloco dos paises capitalistas e socialistas, disputada por uma apavorante corrida armamentista, era a chamada época da “paz armada”. A década de 60 foi supermovimentada. Aos jovens participaram dos acontecimentos com uma intensidade nunca vista antes na história. Um tempo que prometeu grandes mudanças: na tecnologia, na moda e nos comportamentos, na economia e na situação política internacional. Minissaia, guerrilha, rock, liberdade sexual, viagens à lua, televisão, estudantes enfrentando a polícia nas ruas computadores, cabelos compridos, feminismo, revolução: o mundo inteiro parecia querer mudar. Mas, no final, pouca coisa se transformou profundamente. O sistema era mais forte do que pensava.
A onda renovadora foi até o começo dos anos 70. Depois, o sistema conseguiu absorver a rebeldia. As moças libertárias jogaram fora os discos dos Rolling Stones e Janis Joplin, vestiram o sutiã, casaram-se e tornaram-se pacatas donas de casa, preocupadas com a novela da tevê e a compra da semana. Os rapazes botaram de lado os livros de Trotski, atiraram na lata de lixo o pôster de Che Guevara, cortaram a barba e os cabelos, vestiram terno e viraram submissos empregados de alguma grande empresa, sonhando em ganhar dinheiro e casar com uma moça virgem. Os hippies morreram de tanto se drogar ou então voltaram para a cidade grande para se tornarem empregados de um banco ou de uma empresa multinacional. Nos anos 80 e 90 as pessoas passaram a se preocuparem mais consigo mesmo do que com a transformação do mundo. O modelo da nova era nos anos 80 e 90 passaram a ser o yuppie, o jovem executivo que ganha rios de dinheiro na bolsa de valores e gosta de ostentar seus ganhos: com roupas finas, carros importados, telefone celular, olhar superior, prova da irracionalidade do homem. Hoje, o mundo sofre com as atitudes do homem, principalmente, na área industrial, devido à corrida pelo progresso e a tecnologia. Causando a saturação no meio natural com poluições, através das queimadas, emissão de gases tóxicos no meio ambiente e poluições de rios e lençóis freáticos. Vê-se hoje o mundo respondendo a essas atitudes irracionais do homem, através de chuvas ácidas, terremotos, Tsunames e aquecimento global. Já afirmava o celebre Shakespeare: “Os erros não estão nos astros, e sim em nós mesmos”.
O peso da história está metaforicamente dado pela massa corpórea que obriga a fazer humano. Hoje, a objetividade, da qual o homem faz parte, fornece os limites do fazer a razão, um novo homem aparece para realizar o conforto entre uma objetividade que determina e uma subjetividade que escolhe subjugada às determinações. Em épocas que se acentua o individualismo levando o indivíduo ao isolamento completo, à competição desenfreada, a angústia, a incerteza, gerando crises irracionais. Uma crise epistemológica, em que se anuncia a morte da ciência, da história e da filosofia, em que desconstroi o sujeito, estabelece-se um vazio ético, e reduz-se toda verdade a mero discurso, quando a sombra do nada, a sombra niilista, a angustia e a sensação de impotência se estende no mundo. A racionalização que marcou profundamente o mundo moderno deixou um legado de conhecimentos extraordinários: cientifico tecnológico e administrativo. A modernidade fazia da racionalização o princípio único da organização da vida pessoal e coletiva.
O homem é assim, submetido exclusivamente à sua razão. È desta forma que ele se integrará no mundo social, preenchendo o seu papel de trabalhador, de soldado, de cidadão, mais do que sendo o ator da sua vida pessoal. Neste sentido, a razão torna-se num instrumento de poder e de dominação sobre o homem. Pode-se imaginar o quanto a visão do mundo e o pensamento moderno, privilegiou a racionalização em detrimento do sujeito, pôde ter tido impacto na ideologia da sociedade. Já o universo pós-moderno será, inevitavelmente, complexo, ele verá perde o sentimento de certeza, dissemina a Idea de negação transforma o racional em irracional. Com a Revolução Industrial, o capitalismo se tornou mais intenso no modernismo, fincando suas raízes de ideologias na sociedade. Ideologia estas que causou no homem pós-moderno as inversões de valores, como por exemplo, o egoísmo, o narcisismo, o egocentrismo, o hedonismo e o individualismo. Valores estes, na medida em que são disseminados na sociedade, de alguma forma refletem as crises do pós-moderno , dentre elas a irracionalidade.
No início do século XX, o mundo sofreu com duas grandes guerras, resultado da irracionalidade humana, alimentação pela ganância e o poder do homem. O artista francês Marcel Duchamp apresentou um mictório de banheiro masculino num salão artístico em 1917(época da primeira guerra Mundial), demonstrando umas atitudes iconoclastas, destruindo tradições em uma época que seria hipocrisia seguir com a estética do belo.
Já nos meados do século XX foi marcado pela Guerra Fria, conflito entre o bloco dos paises capitalistas e socialistas, disputada por uma apavorante corrida armamentista, era a chamada época da “paz armada”. A década de 60 foi supermovimentada. Aos jovens participaram dos acontecimentos com uma intensidade nunca vista antes na história. Um tempo que prometeu grandes mudanças: na tecnologia, na moda e nos comportamentos, na economia e na situação política internacional. Minissaia, guerrilha, rock, liberdade sexual, viagens à lua, televisão, estudantes enfrentando a polícia nas ruas computadores, cabelos compridos, feminismo, revolução: o mundo inteiro parecia querer mudar. Mas, no final, pouca coisa se transformou profundamente. O sistema era mais forte do que pensava.
A onda renovadora foi até o começo dos anos 70. Depois, o sistema conseguiu absorver a rebeldia. As moças libertárias jogaram fora os discos dos Rolling Stones e Janis Joplin, vestiram o sutiã, casaram-se e tornaram-se pacatas donas de casa, preocupadas com a novela da tevê e a compra da semana. Os rapazes botaram de lado os livros de Trotski, atiraram na lata de lixo o pôster de Che Guevara, cortaram a barba e os cabelos, vestiram terno e viraram submissos empregados de alguma grande empresa, sonhando em ganhar dinheiro e casar com uma moça virgem. Os hippies morreram de tanto se drogar ou então voltaram para a cidade grande para se tornarem empregados de um banco ou de uma empresa multinacional. Nos anos 80 e 90 as pessoas passaram a se preocuparem mais consigo mesmo do que com a transformação do mundo. O modelo da nova era nos anos 80 e 90 passaram a ser o yuppie, o jovem executivo que ganha rios de dinheiro na bolsa de valores e gosta de ostentar seus ganhos: com roupas finas, carros importados, telefone celular, olhar superior, prova da irracionalidade do homem. Hoje, o mundo sofre com as atitudes do homem, principalmente, na área industrial, devido à corrida pelo progresso e a tecnologia. Causando a saturação no meio natural com poluições, através das queimadas, emissão de gases tóxicos no meio ambiente e poluições de rios e lençóis freáticos. Vê-se hoje o mundo respondendo a essas atitudes irracionais do homem, através de chuvas ácidas, terremotos, Tsunames e aquecimento global. Já afirmava o celebre Shakespeare: “Os erros não estão nos astros, e sim em nós mesmos”.
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