terça-feira, 13 de novembro de 2007

Flavio

Tratar o pensar como espaço
com régua, compasso e mármore frio
Trata de enganar-se de imediato
quando marulham no espaço
o barulho eterno do vazio

Cavalgar sempre no obliquo
olhar sem frente e fundos
Riscando o céu ao infinito
tendo a si como vizinho
ignorando o barulho do mundo

Nenhum comentário: